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22 de janeiro de 2009

Amor à vida

Este podcast foi realizado por Andreia Martins no âmbito da unidade STC UC5 - Redes de Informação e Comunicação.

Astrologia

Este podcast foi realizado por Carla Lourenço e Madalena Ferreira no âmbito da unidade STC UC5 - Redes de Informação e Comunicação.

Circo

Este podcast foi realizado por Susana Gomes e Teresa Glória no âmbito da unidade STC UC5 - Redes de Informação e Comunicação.

Brincadeiras de infância

Este podcast foi realizado por Carla Pinto e Paula Lima no âmbito da unidade STC UC5 - Redes de Informação e Comunicação.

Viver sem tecnologia

Este podcast foi realizado por Cidália Leite, Patrícia Loureiro e Sandra Rocha no âmbito da unidade STC UC5 - Redes de Informação e Comunicação.

Tecnologias

Este podcast foi realizado por Sandra Marques, Helena Botelho e Cândida Pereira no âmbito da unidade STC UC5 - Redes de Informação e Comunicação.

Informar ou intoxicar?

Este podcast foi realizado por Domingos Sousa no âmbito da unidade STC UC5 - Redes de Informação e Comunicação.

19 de setembro de 2008

Comunidades Virtuais

«No Second Life a festa dura toda a noite e o comércio é real. O seu mundo é a sua imaginação… O que o Second Life tem de especial é que lá é tudo feito pelos próprios utilizadores, pelo que as novas oportunidades estão sempre a ser criadas»

Second Life – O que é?

Second Life – Por que é tão motivadora a criação de uma imagem/corpo (à nossa imagem ou não) a ponto de tornar o ambiente virtual mais estimulante?

Second Life – Estar lá para quê?

Second Life – Oportunidades virtuais ou reais?

Second Life – Plataforma de formação/educação?

Second Life – Perigos sociais/casos de polícia?

6 de agosto de 2008

PORTO- Património Mundial

Aqui ficam alguns momentos da visita de estudo realizada. Correspondeu as Expectativas? Comentem formandos & formadores...


6 de junho de 2008

Projecto - Modelos de Urbanismo e mobilidade

SITUAÇÃO (ÕES)/ Leitmotiv do Projecto

Foi decidido atribuir à área Metropolitana do Porto a organização de um dos seguintes eventos: Jogos Olímpicos de de 2016 (exs:Atenas ’04; Beijing ’08; Londres ’12; Porto’16) ou Exposição Universal de 2016 (exs:. EXPO ’98; Hannover ’00; Zaragoza ’08; Porto’16). Será decidido, por cada um dos grupos, qual dos eventos acolher. Seja qual for a opção, irá desencadear inúmeras transformações na organização do espaço. Mudanças essas que irão realizar-se em 3 tempos:
- antes de 2016;
- 2016 – acontecimento;
- pós 2016 – o que fazer?

DECISÃO POLÍTICA (já tomada)
Desafectar os terrenos da actual refinaria da Galp do Porto e criar nesse espaço todas as infra-estruturas necessárias ao desenvolvimento do evento e que assegure o futuro desse local com um papel activo na região.

TRABALHO DE PROJECTO/ Decisão Técnica (fase das ideias)

· Elaborar uma maqueta que mostre em 3D os principais elementos/estruturas do Projecto;
· Elaborar uma notícia explicativa do Projecto a dois níveis:
- o Projecto em si (sem esquecer a sua implantação no território existente);
- O Pós-Projecto (de que forma irá ser rentabilizado o enorme investimento feito, adaptando as infra-estruturas criadas a futuras realidades)
· Apresentação/ Defesa do Projecto.

1- Como organizar esse espaço? (atendendo a:)
· Espaço disponível;
· Estruturas necessárias;
· Preservação ambiental;
· Enquadramento na malha existente;
· Mobilidade
(SUGESTÕES: Pesquisar diferentes projectos semelhantes)

2- Como assegurar o futuro desse local?
· Medidas de reconversão dos espaços potenciando a economia.
(SUGESTÃO: EXPO’98 (alguns espaços foram adaptados a novas realidades)

António Pinto/Miguel Salgado

27 de abril de 2008

A participação da Ciência na Sociedade...

Hoje em dia a ciência assume um papel, cada vez mais importante, no quotidiano do cidadão comum, apesar dos modos diferenciados como cada um de nós interage com os conceitos científicos ou, de forma mais pertinente, com os argumentos científicos.
É hoje, fundamental, compreender a forma como os argumentos científicos são mobilizados em controvérsias públicas, a par de outros argumentos, desde o foro político ou económico ao foro ético ou religioso, ou ainda, reconhecer que a ciência tem as suas próprias limitações aquando a tomada de decisões em questões públicas polémicas. Só com um mínimo de domínio do conhecimento científico o cidadão poderá cumprir o seu papel cívico - a participação consciente nas grandes questões.
Foi com o propósito desta consciencialização que se propôs a votação, na forma de referendo, a duas questões, uma que ainda assombra a nossa memória, e outra, cujos avanços na área não permitem que saia da ordem do dia:

Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada por opção da mulher, nas primeiras dez semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?

Concorda com a obtenção, utilização e manipulação de células estaminais, obtidas a partir de embriões humanos, por procedimentos que impliquem a sua destruição até 14 dias após a sua fertilização, para investigação em aplicações futuras no tratamento de doenças, designadamente as patologias do tipo degenerativo e as que resultam da aniquilação irreversível de tecidos e parte de órgãos?
Os resultados destes dois escrutínios, referentes a um total de dezassete eleitores, estão sintetizados nos dois gráficos respectivos que a seguir se apresentam:

20 de abril de 2008

A clonagem humana ao virar da esquina?

A clonagem terapêutica tem levantado questões éticas e suscitado críticas da sociedade civil e das autoridades política e religiosas. Consiste em clonar um embrião humano nos seus primeiros estádios para ali colher células estaminais embrionárias (CEE), consideradas o Graal da medicina do futuro.
Só que exige a destruição do embrião. Por isso, quando, em 2007, várias equipas confirmaram o trabalho de uma equipa japonesa, demonstrando um método de geração de CEE sem embriões, até o presidente Bush e o Vaticano louvaram o avanço. Mas num artigo ontem publicado pelo diário britânico The Independent, Robert Lanza, da empresa Advanced Cell Technologies e o pioneiro da investigação na área, afirma que essa técnica poderá ter tornado mais fácil a clonagem de seres humanos.
As CEE humanas dão origem a todos os tecidos do corpo. E, quando for possível cultivá-las, deverão permitir personalizar a medicina como nunca. Partindo das células de um doente com Parkinson ou Alzheimer, será possível produzir linhagens de CEE e a seguir transformá-las em neurónios para esses doentes. Daí os esforços que têm sido feitos para obter CEE humanas sem recorrer embriões. E sabe-se hoje que é possível, simplesmente, “reprogramar”, geneticamente uma célula adulta – da pele, por exemplo – para que ela “regresse ao passado” e torne ser uma célula primordial. A possibilidade de criar estas “células estaminais pluripotentes induzidas” – ou células iPS – foi demonstrada no ratinho e, mais recentemente, no ser humano.
(…)

In PÚBLICO

Apesar de as CEE constituírem o Graal da medicina do futuro, a sua investigação ou aplicação levanta imensas questões de ordem ética, moral ou social que não podem ser ignoradas. Mas, será legítimo que esta busca por um potencial bem comum prevaleça e se sobreponha à consciência ética de cada um?